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11/02/2022 às 20h59min - Atualizada em 11/02/2022 às 20h59min

PM que assassinou a família ligou antes para avisar a polícia: “Vou matar todo mundo”

Redação Notícias
https://br.yahoo.com/
Sargento da PM que assassinou a tiros a esposa e os dois filhos - Foto: Reprodução

 

  • Sargento da PM que assassinou esposa e os dois filhos na última quinta-feira (10) também se matou
  • Antes, porém, ele ligou para a polícia e avisou que cometeria o crime

  • Nilson dos Santos estaria com traços de depressão, segundo um colega

O sargento que assassinou a própria família na noite da última quinta-feira (10), no Distrito Federal, avisou a Polícia Militar de que cometeria o crime. As informações são do portal Metrópoles.

Nilson Cosme Batista dos Santos matou a esposa e os dois filhos a tiros, antes de colocar fogo na própria residência e se suicidar.

Momentos antes do crime, porém, ele telefonou para o 14º Batalhão da PM, em Planaltina, bastante nervoso. Segundo os policiais, foi possível ouvir tiros durante o contato.

“Vou matar todo mundo”, teria dito o sargento durante o telefonema.

Cinco minutos depois do chamado, a polícia foi à casa do policial. Ao chegar ao local, chamou por Nilson, sem resposta. Ao notar a fumaça que saía pela porta e as janelas, invadiu a residência, percebeu o incêndio e contatou o Corpo de Bombeiros.

Com o fogo já controlado, foi possível localizar os corpos. Segundo um dos militares presentes na operação, um dos cadáveres dos filhos de Nilson não foi imediatamente identificado pois estava muito queimado.

Entenda o caso

Nilson atirou contra a esposa, Maria de Lourdes Furtado, de 50 anos, e os filhos, Lucas Furtado dos Santos, de 16, e Isaac Furtado dos Santos, 21, antes de balear a si próprio. Todos morreram no local.

Segundo um colega do policial, que preferiu não se identificar, o PM vinha reclamando de exaustão e excesso de pressão.

Segundo o rapaz, o criminoso aparentava estar com depressão e chegou a fazer um desabafo com ele dias antes da chacina.

“Ele reclamava que sofria muitas cobranças, mas não tinha assistência e precisava fazer tratamento. A família pegou Covid, ele estava muito estressado e passando dificuldades. Contou que estava constantemente sob pressão.”


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