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07/03/2021 às 21h39min - Atualizada em 07/03/2021 às 21h39min

Aos 59 anos, Luiza Brunet fala de vida sexual: "Prazer insubstituível".

Giselle de Almeida
Yahoo Vida e Estilo
Foto: reprodução/Instagram/luizabrunetoficial

Prestes a completar 60 anos, Luiza Brunet encara com tranquilidade a passagem do tempo. Solteira, a modelo garante que o sexo pode ter "uma qualidade muito boa" em qualquer idade e que está preparada para envelhecer da forma mais natural possível.

“Tenho 59 anos, o sexo sempre foi bom, sempre fui uma pessoa muito sexualizada. Não vejo nenhum pré-requisito para que a gente possa ser feliz e ter muitos orgasmos na vida madura. Sexo é muito importante. É rápido, momentâneo, mas um prazer insubstituível”, afirmou ela ao site Gshow.

Como toda pessoa pública, Luiza conhece bem as cobranças externas por uma aparência sempre impecável. "Já falaram: 'Está velha, caída'. E já me importei com esse tipo de comentário, hoje não me preocupo mais. É muito bonito ter dignidade de envelhecer naturalmente, bonita e saudável. Não curto muito a moda de harmonização o tempo todo, fiz pequenas coisas estéticas, um mini lifting suave, um preenchimento labial, mas não curti muito que ficou um pouco diferente", diz ela que pretende retirar as próteses de silicone em breve.

Na entrevista, a modelo também lembrou como se tornou um exemplo ao denunciar agressões físicas do ex-marido Lírio Parisotto e como sua postura inspirou outras pessoas. "Me emociono demais com os relatos das mulheres que me pedem socorro e muitas consegui ajudar, fazendo eu mesma a denúncia anônima no número 190, mas eu consigo também ajudar com a rede de amigas que tenho pelo Brasil inteiro, coletivo de mulheres advogadas, promotoras de Justiça", disse.

Durante a carreira de modelo, ela também enfrentou episódios de assédio, como os chamados "testes do sofá". "Na minha época a gente tinha que se safar da maneira que achava correta, me posicionava. Muitas vezes abandonei trabalho no meio, porque não admitia que eu tivesse que fazer teste do sofá ou qualquer coisa do gênero. Importante ter a sabedoria de se colocar como profissional, não como instrumento", opinou.

 


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