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15/09/2023 às 22h24min - Atualizada em 15/09/2023 às 22h24min

Delação de Cid leva Bolsonaro a rever sua defesa em todas as acusações

História por CdB - Por Redação
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O tenente-coronel Mauro Cid teve a carreira terminada após servir como ajudante de ordens de Bolsonaro © Fornecido por Correio do Brasil

Em seu depoimento à Polícia Federal (PF), Cid admitiu ter participado da venda de dois relógios de luxo – um Patek Philippe e um Rolex. A venda total teria sido no valor de US$ 68 mil, entregue de forma parcelada, com uma parte repassada nos Estados Unidos e outra no Brasil para Bolsonaro, segundo a revista semanal de ultradireita Veja, em sua última edição.

O ex-presidente Jair Bolsonaro e seus advogados passaram a rever, nesta sexta-feira, a linha de defesa adotada nos inquéritos que pesam sobre ele e seus familiares nos diferentes tribunais de Justiça em que são citados. A decisão ocorre depois de o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do então mandatário, indicar sem sombra de dúvida que entregou “nas mãos” do ex-presidente o dinheiro da venda de relógios de luxo recebidos como presentes ao Estado brasileiro.

Em seu depoimento à Polícia Federal (PF), Cid admitiu ter participado da venda de dois relógios de luxo – um Patek Philippe e um Rolex. A venda total teria sido no valor de US$ 68 mil, entregue de forma parcelada, com uma parte repassada nos Estados Unidos e outra no Brasil para Bolsonaro, segundo a revista semanal de ultradireita 
Veja, em sua última edição.

Relógios

O negócio, realizado nos EUA, foi descoberto pela PF, logo após o ex-mandatário viajar ao país, no fim do ano passado, acompanhado de Cid e levando na bagagem dois kits de joias. De acordo com os investigadores, embora pertencesse ao Estado Brasileiro, o relógio Patek vendido, por exemplo, sequer chegou a ser registrado no setor responsável pelo recebimento de presentes. Os investigadores apuram se Bolsonaro liderou uma organização criminosa para desviar os bens públicos de alto valor, para enriquecimento ilícito.

Cid detalhou, ainda, que o dinheiro da venda dos relógios foi depositado na conta de seu pai, o general da reserva Mauro Lourena Cid, amigo do ex-presidente na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Logo depois, o montante foi sacado e entregue diretamente para Bolsonaro.

Vídeo relacionado:
 


Cid diz ter entregue dinheiro da venda das joias para Bolsonaro | LINHA DE FRENTE


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