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27/10/2022 às 13h58min - Atualizada em 27/10/2022 às 13h58min

Sem sucesso! Bolsonaro queria radicalizar e propor adiar eleição; sem apoio, recua

Nocaute Técnico

Redação Notícias
https://br.noticias.yahoo.com/
Jair Bolsonaro (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)

Como não conseguiu ultrapassar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto, o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, buscou uma nova “bala de prata”: passou a tumultuar o processo eleitoral a quatro dias do segundo turno.

Segundo informações da jornalista Andréia Sadi, da GloboNews, o Bolsonaro que convocou a entrevista coletiva na noite de quarta-feira (26) foi um presidente diferente do que apareceu para falar. Isso porque ele cogitava propor o adiamento da eleição.

No entanto, aliados políticos o aconselharam a “ter calma”. Além disso, deixaram claro que se Bolsonaro fizesse essa proposta de perdedor, seria por sua conta e risco —não teria apoio de ninguém.

A entrevista do mandatário foi uma reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de negar pedido da campanha para investigar a acusação de desfavorecimento em inserções por emissoras de rádios.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, foi o único que ficou ao lado do presidente durante o pronunciamento.

De acordo com Andréia Sadi, os demais políticos e ministros chamados não quiseram sair numa foto às vésperas da eleição com um presidente em vídeo e som patrocinando um golpe.

Ao ver que estava sozinho, Bolsonaro recuou. Para um aliado, o discurso “podia ser pior”.

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) já foram informados pela campanha jurídica de Bolsonaro de que, se ele perder a eleição domingo, ele vai tentar impugnar o resultado.


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