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Polícia descobre que homem se passava por especialista em carros da Citroën para desmanche de carros

Por por Eberth Lins-
2 Min
Polícia descobre que homem se passava por especialista em carros da Citroën para desmanche de carros
Suspeito atraía clientes se passando por especialista em veículos da marca Citroën - Foto: Reprodução/OLX

Uma investigação da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) da Polícia Civil de Alagoas (PCAL) revelou uma nova modalidade criminosa envolvendo desmanche ilegal de carros na capital. Um homem de 43 anos, com o auxílio da própria mãe, atraía clientes se passando por especialista em veículos da marca Citroën, oferecendo serviços de mecânica e lanternagem. Mas, de acordo com a Polícia Civil, o verdadeiro objetivo era desmontar os carros para vender as peças em sites de comércio eletrônico e grupos especializados nas redes sociais.

Segundo a polícia, a oficina clandestina funcionava com aparência de legalidade. No entanto, a investigação constatou que o local abrigava mais de dez veículos, muitos deles já parcialmente desmontados.

Durante diligências, os agentes encontraram um motor com sinais de adulteração na residência do principal suspeito, além de um carro sob investigação que estava vinculado a um inquérito anterior. "A oficina onde os crimes vinham sendo cometidos possuía mais de dez carros, da marca Citroën e também de outros veículos, supostamente pertencentes a um terceiro envolvido, cuja participação também está sendo apurada", informou a PCAL, nesta segunda-feira (16).

O homem foi ouvido na sede da DRFV, onde os policiais também descobriram que havia contra ele um mandado de prisão em aberto por pensão alimentícia. Após o depoimento, ele foi levado à Central de Flagrantes, onde a ordem judicial foi cumprida.

"O objetivo era desmonstar os carros e vender todas as peças na OLX e grupos que mexem com o mesmo tipo de ilícitos", afirma o delegado Wladney José, que é responsável pelo caso.

O inquérito será encaminhado à 17ª Vara Criminal da Capital com todos os elementos colhidos, incluindo a identificação dessa nova forma de crime. O caso segue agora para análise do Ministério Público e do Poder Judiciário.


FONTE: https://www.tnh1.com.br
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